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Peggy Guggenheim foi a musa que inspirou Adriano Berengo.

Peggy Guggenheim foi a musa que inspirou Adriano Berengo

Veneziano, Berengo após se formar em literatura comparada em Nova York,  trabalhando  em uma vetreria  de Murano, ficou fascinado pela magia do vidro. Foi  a paixão de Peggy Guggenheim para este material  que levou Berengo a experimentar um novo caminho para trabalhar o vidro e corajosamente transformou o seu forno em um museu.

Jaime Plensa

Por centenas de anos o  vidro foi visto como um meio decorativo o utilitário, funcional.

Os maravilhosos vidros de Murano, os famosos candelabros ..

A mais antiga descoberta de artefatos de vidro remonta ao terceiro milênio aC, durante a Idade do Bronze, na Mesopotâmia.
O vidro incandescente e liquefeito. O vidro, sinônimo de brilho, esplendor, limpeza e transparência! De fato o vidro permite que você veja através dele…

Esta magia  despertou em Berengo a vontade de  experimentar, saindo do lugar  comum .

Em 1989 Adriano Berengo se propôs a traçar um novo caminho para a arte feita com vidro, testando os limites da vidraçaria contemporânea com sua abordagem inovadora e inventiva.  Inspirado no trabalho colaborativo de Peggy Guggenheim e Egidio Costantini na década de 1960, que convidaram mestres como Picasso e Chagall para produzir arte em vidro, Berengo decidiu aprofundar essa visão criativa e trazer nova vida ao mundo da arte contemporânea através do uso do vidro  .  Ele convidou importantes artistas internacionais para Murano para colaborar com artesãos qualificados para criar grandes obras de arte.  É uma empresa que viu o estúdio trabalhar com nomes como Ai Weiwei, Tracey Emin, Thomas Schütte e Laure Prouvost, para citar apenas alguns, que criaram espetaculares edições limitadas  estritamente feito de vidro

Foi uma tarde deliciosa conversando com Adriano e desfrutando da companhia de artistas inesquecíveis

Ai Weiwei

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