
Aqui estou eu em Milão por alguns dias…
Curiosa como sempre, fui atraído pela exposição no Mudec, uma exposição muito interessante! Uau
Por que «todos fazem isso hoje»? E, acima de tudo, que histórias estão escondidas atrás de um sinal, para sempre «ours»?
No meio do século 19, a tatuagem estava associada aos marginalizados, prisioneiros e «deviantes».
Foi assim que o preconceito contra a tatuagem nasceu

A palavra “tatuagem”
derivado do tatau do Taiti,
que, de acordo com os Museus Reais de Greenwich, apareceu pela primeira vez na língua inglesa como “tattaw” no relato da primeira viagem do capitão James Cook,
publicado em 1769.

O mundo das tatuagens fascinou muitos membros da aristocracia e das familias reais europeias. Até a Primeira Guerra Mundial, entre outros, quem se tatuou foram Jorge V, Rei da Inglaterra, Federico IX, Rei da Dinamarca, CAr Nicolau Ii, Princesa Sissi e Wiston Churchill, filho do segundo filho do sétimo Dique de Marlborough.






“Don’t judge a book by its cover -or, in this case, a royal by their ink”
(Fotos do “Libro del Tatuaggio” Luisa Gnecchi Fercioni -Fabbri Editori)

Estava em bom estado de conservação e hoje foram realizadas análises diagnosticadas na pele da mumia que permitiram a identificação de 61 tatuagens.
Curiosidade: Brad Pitt tatuou Ötzi no braço.
(O Homem que veio do gelo : https://www.bolzano.net/it/museo-archeologico-alto-adige.html )
As Tatuagens de Ötzi apresentam semelhanças interessantes com aquelas encontradas em outras mumias , em lugares muito distantes entre si e relativos a indivíduos que viveram em épocas diferentes.
No Brasil, diversas tribos indígenas também utilizavam tatuagens como parte de rituais de passagem e reverência à natureza.

